
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
“Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras…e muitos seguirão as suas práticas libertinas, e por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda e a sua destruição não dorme”. (II Pedro 2:1-3 – Versão Bíblica Almeida Revista e Atualizada).
Estas são as palavras atribuídas ao discípulo de Jesus Cristo, chamado Pedro, mas poderiam ser as palavras de algum grande pensador moderno que trate de liderança religiosa ou secular. O grau de pertinência das palavras inspiradas de Pedro é comprovado pelo noticiário cotidiano. A expressão “farão comércio de vós (ou vocês)” encontra eco hoje na mente de muita gente que é vítima ou praticante da comercialização da fé. Sim, definitivamente para muitos oportunistas e aproveitadores inescrupulosos a fé virou produto que já gera, também, como podemos assistir nos últimos dias, a uma guerra entre emissoras de TV. Claro que não somos ingênuos e sabemos que a luta de duas grandes redes de televisão brasileiras (Globo e Record) se dá por dinheiro (audiência, espaço na mente humana consumidora voraz de dados e informações). Cada uma delas usa as armas que dispõe para atacar a outra. E ambas exploram as fragilidades da concorrente para tentar desgastar sua imagem perante o público.
Mas, por trás dessa batalha motivada pela ganância, está a mercantilização de algo que não é produto, mas que assim passou a ser considerada. A fé. Não, prezados leitores, a fé não é mais um produto a ser trabalhado pelas equipes de marketing com a finalidade única e exclusiva de ser vendido a um determinado custo. Ao contrário do que se começou a se pregar e propagar há alguns anos no meio religioso e que agora virou assunto na boca da população em geral, a fé é muito diferente do que se tem apresentado em parte da mídia, parte das igrejas, parte da sociedade civil, parte do mundo corporativo.
Se você quer ter uma definição fidedigna de fé pode se direcionar a um livro que trata com propriedade do assunto: a Bíblia. Mas não comece com preconceitos, pretextos e indisposição para entender o contexto. Vá de maneira sincera e aberta para entender o que é fé. E acabará contrastando o conceito moderno e distorcido de fé com o conceito antigo, mas atual descrito através dos vários autores da Bíblia Sagrada.
Dizem que a fé exige barganha, ou seja, a pessoa dá dinheiro e recebe algo de volta: curas físicas, bênçãos materiais (eu disse, materiais) e garantia de uma trajetória linear sem percalços nesse mundo. Jesus Cristo, no entanto, o maior entendido de fé, falou em renúncia do próprio eu, em abnegação, em altruísmo e disse que a fé sincera poderia remover uma montanha. Nas palavras Dele, “não acumuleis para vós tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam” (Mateus 6:19), ou então, “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33). A fé tem relação com algo espiritual essencialmente. Obviamente Deus não se alegra com o sofrimento humano por falta de dinheiro ou doenças, mas aqui Ele trata de algo bem maior, a confiança e a dependência Dele. A máxima dita por Jesus, conforme João 16:33, é a de que “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”.
Alegam que a fé é uma atitude positiva, um estado de espírito, algo que surge e vai embora com a mesma intensidade, um sentimento fugaz, passageiro, transitório. Mas de acordo com o grande entendido, Jesus Cristo, que para alguns não passa de revolucionário ou profeta de grande importância – mas que na Bíblia é chamado de Deus mesmo – fé tem a ver com uma convicção plena a qualquer momento, ainda que não se consiga enxergar o que está à frente. Na inspiração do autor do livro de Hebreus, “fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem” (Hebreus 11:1). Não é simplesmente um bom pensamento, uma “fezinha” capaz de assegurar uma bolada de dinheiro através de um sorteio.
Enfim, a fé não pode ser vendida pelo óbvio motivo de que não é um produto ou um serviço que se oferece, nem no templo e nem na lotérica. A fé é a confiança em Deus e isso não tem preço ou custo humanos. “A fé não vem de vós, é dom de Deus”, diz o apóstolo Paulo em Efésios 2:8. Consigo concluir que a fé é algo bem maior que o ser humano tenta reduzir, por interesse ou conveniência, querendo obter vantagem sem pensar que poderia ser beneficiado de maneira mais ampla ainda. É isso mesmo! Se tivermos uma fé genuína, ainda que pequena como o grão de mostarda, faremos coisas muito maiores do que simplesmente ter dinheiro ou alívio físico ou emocional. Seremos felizes de verdade porque teremos confiança e esperança.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Em se tratando de tal acontecimento que é o de haver comunhão e comunicação da criatura com o Criador e do Criador com Suas criaturas, através da adoração e do culto prestado por seres finitos, falhos e imperfeitos, somos aconselhados pela própria revelação a estar conscientes da Santidade deste Deus que nos criou.
“Adorai o Senhor na beleza da Sua santidade” – Salmo 96:9.
O salmista nos concita aqui a adorarmos ao Senhor na beleza da Santidade. Isto nos quer sugerir que aquilo que é santo é também belo, e que existe Beleza na Santidade divina. Deve haver, portanto, elevada correlação entre o que é Santo, Bom e Puro e o que é Belo.
Se agregarmos a esta idéia, outra encontrada em Salmo 100:4, onde o povo de Deus é convidado a entrar nos átrios do Senhor com música e cântico, para adoração, somos levados a admitir que devemos usar as belas artes para adorar ao Senhor que é, em Si, o autor e fonte de beleza.
Queremos tecer alguns comentários a respeito do uso desta forma de conhecimento que é a arte. Na realidade arte seria uma parte do conhecimento como as ciências, letras, moral ou outra forma qualquer. A arte seria o cultivo da beleza em suas várias formas de expressão. É a noção reta das coisas a fazer; fazer bem feito.
Mas o que é Beleza? Quando podemos dizer que algo é Belo? Uma enciclopédia diz simplesmente: “Beleza — qualidade do que é belo; harmonia de proporções, perfeição de formas, qualidade do que é agradável à vista ou ao ouvido, o que desperta admiração; tipo de perfeição física, coisa muito agradável”.
De acordo com Mercier, “beleza é a qualidade de uma obra que por coordenação feliz de suas partes, exprime intensamente e faz admirar um tipo ideal, ao qual ela se reporta”.
São Tomás de Aquino simplesmente dizia: “beleza é aquilo que agrada ver”. Lahrs acrescenta: “Beleza é a expressão de uma vida particularmente rica, livre e harmoniosa, a qual, sendo conhecida, estimula agradavelmente o uso de nossas faculdades representativas e emotivas: os sentidos, a imaginação, a razão e o sentimento”.
Encontramos nestas definições pelo menos alguns conceitos do que venha a ser beleza:
a. Forma de expressão.
b. Expressão de alguém ou de alguma coisa.
c. Para que a obra ou alguém seja belo é necessário satisfazer certas características que possuam elementos subjetivos e objetivos.
d. Deve provocar em quem contempla um estado de emoção.
Portanto, para que uma obra seja bela deve haver elevada correlação entre os elementos subjetivos e objetivos que a compõem, isto é, as características desta obra devem ter certas qualidades que deverão ser apreciadas por quem as contempla.
Expliquemos um pouco melhor. Uma obra para expressar algo de belo deve possuir como qualidades o esplendor da ordem e perfeição. Deve conter nos elementos que a formam harmonia, equilíbrio, proporção das partes, de formas, sons, cores, movimentos e de palavras.
Permanece, no entanto, a pergunta: o que é que determina se uma obra é proporcional em suas partes? Quando dizer que algo está em equilíbrio, fora do mundo físico? Como saber se existe harmonia de cores, formas, sons, movimentos e palavras? Em suma, como saber qual é o paradigma ou modelo da beleza? Quais as leis que regulam e norteiam uma obra de arte considerada bela? Como, neste mundo de divergências, gostos e individualidades, saber realmente o que é a beleza para poder se usar esta beleza na adoração, num sábado de manhã nos átrios do Senhor?
Convido-vos a voltarmos nossa atenção a dois textos, um da Palavra de Deus e outro do Espírito de Profecia[2]. Comecemos pelo segundo que se encontra no livro Educação, pág. 41: “Como o Autor de toda a beleza, sendo Ele próprio amante do Belo, Deus proveu o necessário para satisfazer em Seus filhos o amor do belo”.
O segundo é o que encontramos no Salmo 27:4: “Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor, e meditar no Seu templo”.
O Senhor é o autor da beleza, e é Ele quem determina as leis que regulam algo que deve ser considerado belo ou não. É o Senhor do Universo quem deve ter a última palavra na questão. E se a beleza pode ser contemplada no Senhor e sendo Deus perfeito em beleza, por que não concluir logo que o modelo, o paradigma da Beleza é o nosso Deus, a quem vamos adorar no templo no sábado pela manhã?
Toda a beleza é uma expressão dAquele que é o autor da Beleza e é em Si mesmo o modelo para tudo o que é belo. Portanto, quando alguém consegue produzir uma obra de arte, qualquer lampejo de beleza, isso não é nada mais do que uma forma de revelação dAquele que é o Pai das luzes.
Vamos agora para os elementos subjetivos da obra de arte. Diz-se hoje que a arte é uma forma de expressão e deve ser totalmente subjetiva e expressar o que vai no íntimo do indivíduo. Os que propagam a arte moderna querem que se veja beleza nas obras produzidas por indivíduos que, interiormente, são desequilibrados e sem inspiração. Onde encontrar beleza e harmonia nestas obras? Simplesmente não as há porque não existe mais harmonia, equilíbrio e proporção na vida individual nem coletiva. Se arte moderna deve expressar toda frustração, desequilíbrio, maldade e pecado que vai pelo mundo, por que devemos nós, que estamos lutando contra a correnteza da maré do pecado que já assola este planeta há seis mil anos, perder os últimos minutos que nos restam, contemplando obras que só vão produzir emoções nefastas e nefandas em nossa vida cristã?
Na realidade, se uma obra de arte, como dizia S. Tomás, deve agradar aos sentidos, é necessário que estes sentidos se achem regulados conforme as leis naturais e sobrenaturais que Deus colocou no ato da criação. A obra de arte não é irracional ou incompreensiva. Apela também à razão, pois esta não deve estar divorciada da emoção para que haja uma vida de equilíbrio e proporção.
As artes podem ser usadas para dois propósitos definidos. O primeiro deles é o propósito utilitarista, para alcançar certos objetivos didáticos, comerciais ou outro qualquer. O que nos interessa é o segundo. Somos instados a contemplar o Senhor em Sua beleza a fim de que nossas emoções sejam incentivadas, excitadas e que possamos, aliadas à razão e à fé, usá-las para adorar ao nosso Criador enquanto Lhe prestarmos um culto racional.
Todas as capacidades do homem devem ser usadas na adoração e as emoções são uma destas capacidades. A beleza deve agradar aos sentidos e somos convidados a contemplar o Senhor em Sua beleza a fim de, levados pela emoção, sabermos apreciar a beleza de Seu caráter e sermos transformados à Sua semelhança através desse processo contemplativo.
Há uma estreita e íntima relação entre os elementos emotivos e racionais na adoração e para podermos usar uma obra de arte na adoração, seja ela qual for, deve haver integridade do objeto, proporção ou unidade na variedade, clareza na inteligibilidade.
Como produzir uma obra de arte que vá expressar a beleza objetiva e que desperte a admiração subjetivamente?
Voltemos à inspiração:
“É lei do espírito adaptar-se gradualmente aos assuntos de que é ensinado a ocupar-se. Se ele se ocupa apenas com coisas comuns, tornar-se-á definhado e enfraquecido. Se nunca lhe é exigido atracar-se com problemas difíceis, quase perderá, depois de algum tempo, a faculdade de crescimento”. — Patriarcas e Profetas, pág. 665.
“Como imaginou em sua alma, assim é” – Provérbios 23:7.
Eis aí o segredo. Para produzir uma obra de arte ou mesmo interpretá-la ao se adorar, são necessários hábitos operativos mentais. Quer imitando, expressando ou mesmo criando uma obra de arte, a mente deve estar estruturada de acordo com os padrões de beleza impostos por Aquele que é o Autor de toda a beleza. Para que possamos apreciar o belo ou produzir uma obra de beleza é necessário primeiro saber o que é beleza, mediante o contato, a contemplação e imitação daquele Ser que é em Si, o paradigma da Beleza. Conhecer as leis que devem reger uma obra de arte é obrigação primordial de todo o artista cristão. Isto quer dizer, prezados jovens, que a arte moderna, que, influenciada pela filosofia existencialista de hoje, quer abolir todas as normas e regras para a ação e o fazer do homem, não é mais nada do que a negação da própria arte. Afastai-vos dela.
A obra de arte é regida por leis e é necessário e imprescindível que aquele que se dispõe a produzir uma obra de arte tenha suas estruturas mentais orientadas de acordo com as normas e leis criadas e mantidas por Deus.
Qual o uso que se deve fazer de uma obra de arte?
Lemos novamente da pena inspirada:
“Fazia-se com que a música servisse a um santo propósito, a fim de erguer os pensamentos àquilo que é puro, nobre e elevado, e despertar na alma a devoção e gratidão para com Deus. Que contraste entre o antigo costume e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada! (...) A música faz parte do culto de Deus nas cortes celestiais e deveríamos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais”. “O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar a este a expressão correta”. — Patriarcas e Profetas, pág. 662.
O grande objetivo da educação e da vida é restaurar no homem a imagem de Seu Autor. Se somos transformados pela contemplação, quão oportuno é nos deixarmos emocionar pelas obras artísticas que na realidade contêm elementos de beleza. Quando contemplamos, apreciamos e nos satisfazemos com uma obra de arte, despertam-se em nós emoções enobrecedoras e sentimos o desejo de ser melhores cristãos. Para isso, no entanto, são necessários recolhimento, reflexão paciente, gosto nela perfeição, inspiração e meditação. Não se consegue pela agitação, correria e desatenção que caracteriza a vida moderna.
A arte pode criar emoções que exprimem o clima, o ambiente de certos momentos ou ocasiões. Quando ouvimos “A Criação Completa Está”, do Oratório A Criação, de Haydn, podemos na realidade sentir o clima de júbilo que marcou o primeiro sábado deste mundo. Se quisermos sentir a solenidade daquela sexta-feira quando nosso Redentor expirava no Calvário, ouçamos Tenebrae Factae Sunt, de Ingegneri. Para sentirmos as emoções vibrantes e marciais da vitória divina durante a Reforma, ouçamos e cantemos Castelo Forte, de Lutero.
Todos nós devemos ser artistas quer para elaborar uma obra de arte, quer para interpretá-la ou simplesmente para apreciá-la. O artista cristão estrutura sua mente conforme as leis que Deus deixou para reger a obra de arte. Só então ela pode expressar, mesmo que vagamente, as maravilhas do que o olho não viu nem ouvido ouviu, e só então poderemos fazer com que nossos cânticos possam se aproximar dos coros angelicais. Quando em nossa vida estivermos nos aproximando do ideal que Deus tem para Seus filhos — a santificação — só então poderemos manifestar o ideal em nossa obra de arte. Quando a mente se acha estruturada conforme Deus, quando tivermos, como disse Paulo, a mente de Cristo, então vamos reproduzir a Beleza divina na pintura, na música, na escultura, na poesia ou noutra arte qualquer.
Quando chegamos ao templo para adorar, devemos fazer diferença entre o sacro e o profano. Quando, em nossas reuniões religiosas ou cultos que rendemos a Deus, entoamos nada mais que música popular com uma letra pretensamente sacra, não fazemos nada mais que trazer fogo estranho perante o altar do Senhor e isto só pode ser considerado como abominação e sacrilégio diante dos olhos divinos.
Quando o coração e a vida de um artista estão cheios de amor para com Deus e seus semelhantes, quando sua vida é pautada por uma estrita aderência aos princípios divinos, quando a mente se acha estruturada por um conhecimento claro, preciso e detalhado das leis que regulam o Universo de Deus, quando os sentimentos e as emoções se acham despertos, controlados e dirigidos pelo poder do Santo Espírito, então, e só então, ele poderá produzir urna verdadeira obra de arte que vai exprimir a Beleza da Santidade divina.
1. As Escrituras Sagradas
As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).
2. A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).
3. Deus Pai
Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).
4. Deus Filho
Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20). Ver vídeo (Realvideo 3 minutos).
5. Deus Espírito Santo
Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja. (Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).
6. Deus é o Criador
Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. (Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).
7. A Natureza do Homem
O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências. (Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).
8. O Grande Conflito
Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).
9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo
Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. (João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15).
10. A Experiência da Salvação
Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12).
11. Crescimento em Cristo
Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. (Salm. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.
12. A Igreja
A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo. (Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).
13. O Remanescente e sua Missão
A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. (Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).
14. Unidade no Corpo de Cristo
A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos. (Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).
15. O Batismo
Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. (Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).
16. A Ceia do Senhor
A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor. (Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).
17. Dons e Ministérios Espirituais
Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).
18. O Dom de Profecia
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).
19. A Lei de Deus
Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus. (Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).
20. O Sábado
O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. (Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28).
21. Mordomia
Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja. (Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).
22. Conduta Cristã
Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. (I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).
23. Matrimônio e Família
O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. (Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).
24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento. (Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).
25. A Segunda Vinda de Cristo
A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. (Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28).
26. Morte e Ressurreição
O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. (I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24).
27. O Milênio e o Fim do Pecado
O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).
28. A Nova Terra
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. (II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Casamento: deixar e unir-se
ILUSTRAÇÃO "GANHANDO COM OS ERROS" (3 ovos e 3.000,00 na caixa) - ( Parábolas Eternas, 84).
Depois de casada, a esposa conservou em segredo uma caixa, e pediu para que seu esposo nunca a olhasse.
Um dia, depois que sua esposa saiu, ele não suportando a curiosidade, abriu a caixa, e encontrou, para seu espanto, 3 ovos e R$ 3.000,00.
Contando para esposa, perguntou o porquê daqueles ovos.
Ela disse que cada vez que ele a entristecia, ela colocava um ovo na caixa.
Feliz da vida, ele exclama: "Mas eu sou um ótimo esposo, somente 3 erros em 1 ano de casado!"
E o dinheiro?
Ela respondeu: "cada vez que completa uma dúzia, e vendo os ovos e guardo o dinheiro!".
Hoje vocês estão entrando para uma instituição sagrada, mas por causa do pecado, com muitas dificuldades e desafios.
Vocês deverão aprender a ganhar com os erros um do outro.
Hoje gostaria de oferecer o princípio básico sobre como ter um casamento feliz.
Em apenas um texto da bíblia temos os princípios fundamentais de um matrimônio maduro, não sem conflitos, mas capaz de resolvê-los de forma sábia e construir um relacionamento maduro.
GÊNESIS 2:24 "POR ISSO, DEIXA O HOMEM PAI E MÃE E SE UNE À SUA MULHER, TORNANDO-OS DOIS UMA SÓ CARNE".
PEÇO PERMISSÃO AGORA FALAR DIRETAMENTE AO ________ E A ________.
O primeiro passo e um dos mais importantes no casamento não é o unir-se, mas o deixar...
Deixar pai e mãe é tão importante, que ele vem em primeiro lugar no texto bíblico.
Hoje, os grandes conselheiros matrimoniais confirmam a importância desse ato, e descobriram que muitos casais são infelizes, imaturos e até se separam por não conseguirem deixar pai e mãe.
O deixar pai e mãe pode ser estudado em pelo menos três aspectos: deixar físico, financeiro e emocional.
I - Deixar físico: "Quem casa quer casa!" Esse ditado é uma jóia da sabedoria.
A casa é uma extensão da mulher!
Entendeu ________! É uma parte do corpo dela. Ela precisa sentir segura, dona do seu ambiente! Poder mudar os móveis, colocar a cama e o armário onde quiser. É uma conquista dela!
É melhor você morar numa casa bem simples, com poucos ou quase nenhum móveis, mas morar na casa de vocês. Já vi muitos casais só começarem a desfrutar a beleza do casamento depois de morarem na sua casinha, mesmo que alugada.
ILUSTRAÇÃO: "QUANDO EU CASEI". Eu me lembro quando casei. Fomos para a lua de mel, e depois fui procurar a nosso ninho. Eu tinha um limite de aluguel, era pouco, mas eu consegui um apartamento. Não tínhamos cama, sofá, geladeira, armário e vários outros móveis. Tínhamos que sentar no chão para comer. Mas era o nosso cantinho! São momentos inesquecíveis, por que aprendemos juntos, crescemos juntos.
II - DEIXAR FINANCEIRO
O casal precisa ter independência financeira. Mesmo que viva em condições mais humildes do que as de sua família, precisa viver com o que tem, sem depender de ninguém.
Talvez nos primeiros anos de casamento vocês terão que fazer sacrifícios, mas eles serão importantes para o crescimento e felicidade de vocês.
Já vi muitos pais e familiares atrapalharem a felicidade do casal, porque eles, na boa intenção queriam ajudá-los, mas os tornaram dependentes e imaturos.
III - DEIXAR EMOCIONAL
__________ a partir de hoje a _________ é a sua família, a pessoa mais importante na sua vida, entendeu!!!
__________ a partir de agora o _________ é o homem mais importante na sua vida, ta bom!!!
Não quer dizer que seus familiares já eram, mas que agora vocês são prioridade um para o outro.
FALAR NO OUVIDO DELE E DEPOIS NO DELA: DEIXAR EU TE CONTAR UM SEGREDO: NÃO DEIXE SUA MÃE OU SEU PAI SE METER NO CASAMENTO DE VOCÊS, BELEZA?
Na prática, vamos lá:
Para o homem:
• Nunca compare a comida dela com a da sua mãe.
• Nunca a decepcione para agradar sua família
Para a mulher:
• nunca o compare com o seu pai
• nunca saia de casa para resolver um problema
Depois que vocês conseguirem deixar pai e mão, estarão aptos a se unirem, tornando uma só carne.
O QUE É SER UMA SÓ CARNE?
- decidir tudo juntos - o que comprar, onde morar, decisões financeiras etc
• ser os melhores amigos e confidentes um do outro
• não guardar segredos um do outro
• aceitação - aceitar muitos defeitos, erros.
• Considerar e dizer o quanto o outro é importante na sua vida
• Reconhecer as diferenças, o homem precisa ser estimado, respeitado, a mulher de segurança, ser desejada, a única.
• O lar deve ser um refúgio
O QUE NUNCA FAZER - PARA O CASAL:
• DIZER QUE VAI SE SEPARAR
• DIZER QUE FOI UM ERRO SE CASAR
• LEVANTAR A MÃO UMA PARA O OUTRO
• SAIR DE CASA E IR PARA CASA DA MÃE
• ESQUECER A DATA DE HOJE
II - PAIS EM PÉ: VOCÊS CRIARAM COM CARINHO SEUS FILHOS. HOJE VOCÊS NÃO ESTÃO PERDENDO UM FILHO(A), VOCÊS ESTÃO GANHANDO MAIS UM.
A SOGRA DELE DEVE SEMPRE FICAR AO SEU LADO, A SOGRA DELA O MESMO.
III - PADRINHOS EM PÉ:
NOIVOS DE MÃOS DADAS
CASAIS DE MÃOS DADAS
VOTO (PARA O NOIVO): "E AGORA, COMPROMETENDO-SE SOLENEMENTE DIANTE DE DEUS E NA PRESENÇA DESTAS TESTEMUNHAS, TOMA VOCÊ, (nome do noivo) , ESTA MULHER, (nome da noiva) , COMO SUA LEGÍTIMA ESPOSA, PARA JUNTOS VIVEREM CONFORME AS ORDENS DE DEUS NO SANTO ESTADO DO MATRIMÔNIO?
VOCÊ A AMARÁ, CONFORTARÁ, HONRARÁ E PROTEGERÁ, NA DOENÇA E NA SAÚDE, NA PROSPERIDADE E NA ADVERSIDADE; E RENUCIANDO A TODAS AS OUTRAS, CONSERVAR-SE-Á SOMENTE PARA ELA, ENQUANTO AMBOS VIVEREM?"
(PARA A NOIVA): "TOMA VOCÊ, (nome da noiva) , ESTE HOMEM, (nome do noivo) , COMO SEU LEGÍTIMO MARIDO, PARA JUNTOS VIVEREM CONFORME AS ORDENS DE DEUS NO SANTO ESTADO DO MATRIMÔNIO?
VOCÊ O AMARÁ, CONFORTARÁ, HONRARÁ E PROTEGERÁ, NA DOENÇA E NA SAÚDE, NA PROSPERIDADE E NA ADVERSIDADE; E RENUCIANDO A TODOS OS OUTROS, CONSERVAR-SE-Á SOMENTE PARA ELE, ENQUANTO AMBOS VIVEREM?"
COLOCAR A MÃO SOBRE AS MÃOS:
"VISTO COMO O _________ E A _________ CONSENTIRAM EM SER UNIDOS PELOS SAGRADOS LAÇOS MATRIMONIAIS E O TESTIFICARAM DIANTE DE DEUS E DE TODOS OS QUE AQUI SE ACHAM PRESENTES, COMPROMTENDO-SE A SE FIÉIS EM AO OUTRO , E O CONFIRMARAM UNNDO-SE AS MÃOS, EU, COMO MINISTRO DO EVANGELHO, E PELA AUTORIDADE ECLESIÁSTICA A MIM CONFERIDA, OS DECLARO MARIDO E MULHER."
"O QUE DEUS UNIU, NÃO SEPARE O HOMEM."
ALIANÇAS
PODE BEIJAR A NOIVA
ORAÇÃO AJOELHADOS
APRESENTAÇÃO DO CASAL
VOTO MATRIMONIAL
Eu a amarei, confortarei, honrarei a e a protegerei,
Na doença e na saúde,
Na prosperidade e na adversidade;
E renuciando a todas as outras, conservar-me-ei somente para você, enquanto vivermos.
VOTO MATRIMONIAL
Eu o amarei, confortarei, honrarei e o protegerei,
Na doença e na saúde,
Na prosperidade e na adversidade;
E renuciando a todos os outros, conservar-me-ei somente para você, enquanto vivermos.


